terça-feira, 18 de agosto de 2020

Entretenimento em casa: ideias para criar um espaço de diversão

 

Montar um espaço de entretenimento em casa é uma boa ideia quando você e sua família ficam bastante tempo sem sair, seja porque estão se protegendo durante a pandemia, seja porque querem economizar. Muita gente também prefere um bom programa caseiro com amigos em vez de agito. Então, por que não criar um espaço aconchegante e com opções variadas de lazer na sua própria casa?

Para isso, você pode contar com tecnologia! Hoje há equipamentos voltados para o público residencial que proporcionam ótimas experiências, com muita diversão e comodidade. Quer ver algumas ideias para ter um lugar especial para se divertir em casa? Confira nossas dicas a seguir!

Diversão compartilhada: o que cada um gosta de fazer?

Para começar a montar um espaço de entretenimento em casa, o ideal é pensar no que a sua família, seus amigos e visitas gostam de fazer para se divertir. Ter um espaço especial para isso só fará sentido se ele for bem planejado e contemplar diversos gostos. Então, lembre de pensar em quem divide o ambiente com você, seja diária ou frequentemente.

Quem tem crianças, por exemplo, precisa de um espaço diferente do que quem tem filhos adolescentes. Os pequenos podem querer interagir com coisas mais lúdicas, coloridas, com jogos estimulantes e uma mesa para desenhar e pintar, por exemplo. Os adolescentes podem curtir mais tecnologia, então talvez valha incluir um videogame ou computador. Se você gosta de assistir um bom filme ou série, um sofá bem confortável e uma televisão grande são indispensáveis.

O que vocês costumam ou gostariam de fazer nos momentos de lazer em casa? Liste essas atividades: jogos de tabuleiro e cartas? Karaokê? Sinuca? Filmes e séries? Videogame? Música? Cozinhar? Pense em como o ambiente pode ser projetado para ser mais atrativo para todo mundo, levando em conta a comodidade, praticidade, conforto e, é claro, a diversão.

Espaço de lazer: crie um ambiente confortável e prático

O próximo passo é escolher qual área será o espaço de entretenimento na sua casa. Se você tiver uma área que pode ser destinada apenas para esse fim, ótimo! Mas também é possível aprimorar a sala de estar, a varanda, um cantinho do quarto e até da cozinha, caso você goste de reunir todo mundo para as refeições. Muitas vezes, uma mudança simples e criativa já faz uma grande diferença.

Foque em pensar na experiência que você deseja ter nos momentos de descanso e lazer. Exemplo: se a ideia é relaxar e descontrair, o ambiente deve ser confortável e prático. Então, tenha isso sempre em mente.

Sofás aconchegantes, iluminação, decoração, móveis que possam ser adaptados para abrir espaço ou acomodar todos nos momentos de lazer são um bom caminho para começar. Você pode buscar inspiração na internet – o Pinterest é ótimo para isso! – ou contratar um profissional para te ajudar. Além disso, contar com a tecnologia é fundamental. Veja algumas ideias de equipamentos que você pode incluir no projeto.

Entretenimento em casa: tecnologias para praticidade extra

Depois de pensar no espaço, é hora de equipar o ambiente com as melhores tecnologias para entretenimento em casa. Videogame, home theater, aparelhos de som e karaokê são alguns aparelhos para deixar o espaço bem completo e cheio de opções. Eles acabam com qualquer tédio!

Mas, verdade seja dita: a TV é a estrela de todo espaço de lazer, especialmente as Smart TVs. Elas concentram uma série de recursos, como aplicativos de streaming para ver filmes, séries, ouvir música e muito mais. São um item essencial quando se trata de diversão em casa. Se você não possui uma Smart TV, a seguir mostraremos alternativas mais baratas e tão – ou mais incríveis – quanto! Confira abaixo:

SmartBox TV

Uma opção para quem não pensa em investir em uma Smart TV ou precisa de mais flexibilidade e praticidade é o SmartBox TV com Android. Esse aparelho transforma um simples televisor em uma Smart TV, com todas as funcionalidades dos aplicativos como Netflix e YouTube, além de acesso ao Google Play para que você baixe o que desejar. Ele possui um processador poderoso que roda vídeos sem travar e oferece qualidade de imagem Full HD. Alguns modelos prometem, inclusive, transformar aquela antiga TV de tubo em uma Smart TV.

O SmartBox TV pode contar também com um botão para acionar o Google Assistente. Dessa forma, você poderá usar o controle remoto do seu SmartBox TV para dar comandos de voz para realizar buscas ou ações. Por exemplo, ao dizer: “Ok Google, ouvir Tal música no Youtube”, ele tocará a música que você pedir na sua TV.

A usabilidade é bem simples: por meio de um controle remoto com acesso rápido aos aplicativos, sem que a pessoa precise ter muita intimidade com tecnologia ou smartphones. Também é possível conectar outros dispositivos – como pendrives, joysticks e fones de ouvido ou caixas de som – via bluetooth ou entrada USB. Assim, é a opção mais versátil e completa para um espaço de entretenimento.

Além disso, ele é portátil, ou seja: você pode levar para um outro espaço da casa ou mesmo para outra residência como a casa de praia durante as férias, por exemplo.

Smart Speaker

Outra forma de adicionar ainda mais praticidade ao seu espaço de entretenimento em casa é com um alto falante inteligente, também conhecido como Smart Speaker. Ele parece uma caixa de som, mas na verdade trabalha com assistentes virtuais inteligentes, como Google ou Alexa da Amazon. Através de um simples comando de voz, você obtém qualquer informação que desejar e ainda pode se divertir muito. É possível, por exemplo:

  • Pesquisar qualquer receita que você queira preparar e ainda definir um timer para não se perder durante o preparo;
  • Ouvir notícias, podcasts ou sua playlist favorita;
  • Saber a previsão do tempo e como está o trânsito;
  • Configurar lembretes e alarmes;
  • Brincar com jogos de perguntas e respostas;
  • Pedir delivery;
  • Preparar automações residenciais e muito mais!

O Smart Speaker pode ser conectado a outros aparelhos através de bluetooth ou rede Wi-Fi. Desta forma, você tem controle e diversão com muita comodidade e facilidade.

Roteadores Wi-Fi

Grande parte dos equipamentos para entretenimento hoje dependem de internet para funcionar. Não há nada mais desagradável do que lentidão para rodar seus jogos, vídeos, filmes, séries, músicas e outros aplicativos.

Por isso, dê atenção para a sua conexão com a internet e escolha um modelo de roteador que atenda bem a sua necessidade. Alguns modelos permitem configurar diferentes acessos, para o controle parental e de visitantes, por exemplo. Outros contam com tecnologia mesh para garantir sinal estável e de qualidade em cada canto da sua residência. Com isso, você, sua família e seus amigos terão ótimas experiências no conforto do seu lar, com comodidade e diversão garantidas.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/entretenimento-em-casa-ideias-para-criar-um-espaco-de-diversao/

 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Dicas para criar senhas seguras para seus dispositivos

 

Garantir a segurança dos roteadores é fundamental para se proteger de ataques, invasões e roubos de dados. Um dos passos mais importantes para isso é criar senhas seguras, que dificultem o acesso de pessoas mal intencionadas à rede e aos dispositivos a ela conectados. Neste post, saiba quais são os riscos de manter os aparelhos vulneráveis e confira o que fazer e o que não fazer na hora de criar suas senhas. Acompanhe!

A quais riscos os dispositivos estão expostos?

Antes de vermos como criar senhas seguras, vamos entender melhor quais são os riscos a que roteadores e outros dispositivos conectados à rede estão expostos diariamente. É cada vez mais comum ver casos de roteadores que apresentam falhas críticas de segurança e deixam usuários vulneráveis a ataques de criminosos virtuais. Brechas na segurança permitem que hackers controlem a rede de forma remota, tendo acesso a dados e arquivos dos usuários e podendo instalar softwares maliciosos para infectar dispositivos e roubar informações pessoais. Assim, o dano que o acesso ao roteador por pessoas mal intencionadas pode causar é grande.

Quando um hacker consegue entrar na rede se aproveitando de vulnerabilidades, como senhas fracas ou falhas no firmware dos dispositivos, ele pode acessar praticamente todos os aparelhos conectados àquele roteador, sejam eles computadores, tablets, smartphones e até mesmo um HD externo ou pendrive que esteja ligado a ele via USB.

Como criar senhas seguras para seus dispositivos

O primeiro passo para dificultar ataques e evitar invasões é criar senhas seguras e fortes para os dispositivos conectados à rede, em especial os roteadores. Como comentamos, senhas fracas são uma das portas de entrada para hackers e outros criminosos virtuais. Primeiro, vamos ver o que não deve ser feito ao criar senhas:

  • Quando trocar de senha, certifique-se de que não sejam parecidas com as anteriores;
  • Evite utilizar informações pessoais, como datas de aniversário, nomes e placa do carro;
  • Não crie senhas baseadas em gostos pessoais, como banda favorita ou clube de futebol do coração;
  • Não use senhas sequenciais, como 123456 ou abcdef.

Isso posto, confira agora 3 dicas para criar senhas seguras para os seus dispositivos de rede.

1. Combine letras, números e caracteres especiais

Esta é a dica mais importante na hora de criar senhas seguras. Não à toa, a maioria dos serviços já coloca a combinação de letras, números e caracteres especiais como exigência para a criação de novas palavras-chave.

Um macete para criar senhas mais fáceis de lembrar é tentar substituir algumas letras de uma determinada palavra por números e/ou caracteres especiais semelhantes, que mantenham o sentido do termo.

Por exemplo: é comum associarmos certos símbolos e algoritmos a letras. O @ é frequentemente usado no lugar da letra A minúscula, enquanto que número 4 pode substituir a letra A maiúscula. Assim, em vez de utilizar como senha a palavra “intelbras”, você pode escrever “!nt3lbr@$”, por exemplo.

2. Misture letras maiúsculas e minúsculas

Muitos mecanismos de autenticação são capazes de diferenciar letras maiúsculas e minúsculas. Essa função, chamada de case sensitive, é mais uma aliada do usuário na hora de criar senhas seguras e mais fortes. Isso porque a possibilidade de misturá-las permite a elaboração de combinações praticamente infinitas.

Muitas pessoas, porém, acabam utilizando somente uma letra maiúscula na senha e, geralmente, trata-se da primeira letra. Por isso, outro macete é tentar quebrar esse padrão e inserir letras maiúsculas ao longo da sua senha – sempre em combinação com a primeira dica. Assim, utilizando o mesmo exemplo anterior, a senha “!nt3lbr@$” poderia ficar ainda mais forte se fossem inseridas letras maiúsculas. Exemplo: “!nt3LbR@$”.

3. Crie senhas grandes

A maioria dos mecanismos de autenticação exige um número mínimo de caracteres para as senhas dos usuários. Nesse sentido, sempre que possível, crie senhas que ultrapassem essa quantidade e lembre-se de que, a cada caractere que você adiciona à palavra-chave, mais segura ela se torna.

De uma maneira geral, recomenda-se senhas com, no mínimo, oito caracteres. Voltando ao nosso exemplo, a senha “!nt3LbR@$” já possui nove caracteres. Podemos deixá-la mais segura ao torná-la ainda mais longa. Exemplo: “!nt3LbR@$_Sempr3_Pr0x1m4

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/dicas-para-criar-senhas-seguras-para-seus-dispositivos/

 
 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Novas formas de fazer negócio: 4 dicas para reinventar sua empresa




Perda de clientes, queda na receita, aumento de inadimplência, dificuldades para pagar os salários, despesas, dívidas. Tudo isso passou a preocupar os empreendedores depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19. Como lidar com essas coisas e manter a empresa funcionando? Em muitos casos, a solução é encontrar novas formas de fazer negócio e se reinventar.

Neste post, vamos dar algumas dicas para encarar esse cenário e atravessar a crise com sucesso. Confira!

Como as pequenas empresas são afetadas pela crise

As micro e pequenas empresas representam 99% do total registrado no Brasil, de acordo com o Sebrae. São elas as que mais estão sofrendo com a crise e também as que ficam mais vulneráveis à recessão econômica, quando o poder de consumo cai e, consequentemente, as vendas. Alguns setores são mais prejudicados do que outros, mas todos precisam encontrar estratégias para manter o negócio rodando.

Em um primeiro momento, as pequenas empresas sentiram os efeitos das medidas de prevenção para evitar o contágio pelo novo coronavírus e proteger a saúde de todos. O fechamento da maioria dos estabelecimentos e o isolamento social exigiu adaptações e estratégias para manter empregos, pagar as contas e lidar com inadimplência dos clientes, por exemplo. Porém, as ações de emergência podem não ser suficientes para sustentar os negócios a partir da retomada.

Isso porque o cenário já não é mais o mesmo de antes da pandemia. Tudo mudou, e os negócios têm o desafio de se reinventar para passar pela crise. Algumas tendências já ganharam força e é preciso entender o momento para encontrar novas formas de fazer negócio. Confira a seguir algumas dicas.

4 dicas para encontrar novas formas de fazer negócio

1. Dê atenção às mudanças

A pandemia transformou o mundo. Para encontrar novas formas de fazer negócio, a primeira coisa a fazer é acompanhar as mudanças e ficar atento às novas demandas. Assim, é possível aproveitar as oportunidades e adotar outras formas de geração de renda.

As mudanças estão ocorrendo em diversos sentidos: na forma de oferecer o serviço, no comportamento dos consumidores e nas exigências de consumo.
Algumas empresas encontraram soluções rápidas e criativas. Muitos restaurantes, por exemplo, se reorganizaram para fazer entregas. Lojas físicas criaram e-commerces e investiram na divulgação dos produtos pelas redes sociais.

Os consumidores também mudaram o padrão de consumo: passaram a valorizar mais os negócios locais, produtos sustentáveis, práticas éticas e engajadas. Além disso, estão buscando serviços e produtos personalizados, que entreguem exatamente o que eles necessitam. O atendimento rápido pelas redes sociais e WhatsApp, por exemplo, também se tornou uma exigência, assim como formas facilitadas de pagamento.

2. Faça uma análise de mercado

A análise de mercado é sempre importante. No entanto, neste cenário de crise e incertezas, ela é fundamental. Acompanhar as notícias no nicho de mercado que a empresa atua ou pretende atuar pode trazer boas ideias e ajudar a criar novas formas de fazer negócios. Uma dica é utilizar ferramentas gratuitas à disposição na internet para entender melhor o público que você deseja atingir, como os formulários do Google que você poderia enviar por Whatsapp aos conhecidos ou divulgar em suas redes para obter uma amostragem de respostas mais ampla.

Outra dica importante é participar de eventos online, como LIVEs e Webinars, que têm ocorrido agora com mais frequência, para ficar por dentro das discussões e soluções que dão certo, e se inspirar

Além disso, analisar o contexto de mercado é crucial se a empresa estiver buscando inovar. Alguns setores estão em alta: exercícios em casa, delivery, marmitas, compras online, decoração e construção, facilidades para home office, pets e alimentação são alguns exemplos. Aproveitar a chance para ressignificar os negócios ou colocar os planos em prática pode ser uma boa estratégia.

3. Invista em capacitação

Aprimorar os conhecimentos também é uma forma de encontrar saídas para a crise. Participar de eventos, fazer leituras técnicas e cursos online são algumas formas de se capacitar e se preparar para enfrentar o desafio de remodelar o negócio. Gestão, vendas, inovação, criatividade, tecnologia – todos os temas são relevantes para nutrir e expandir as ideias.

Também vale a pena investir na capacitação dos funcionários. Isso porque o atendimento e a qualidade do serviço têm um grande impacto na experiência dos clientes, e são um diferencial. Com a concorrência acirrada, quem tiver uma equipe bem preparada sairá na frente.

4. Use tecnologia a seu favor

A tecnologia é, com certeza, uma das maiores aliadas na inovação dos negócios. Elas colaboram para otimizar processos, aumentar a produtividade, reduzir custos e oferecer serviços de qualidade para os clientes. Logo, buscar soluções tecnológicas é indispensável neste momento.

Isso vale para softwares e plataformas digitais que automatizam tarefas e fazem análises complexas, para equipamentos de qualidade que oferecem alto desempenho e também para soluções que conferem um uso mais eficiente de energia para redução de custos. Vale ressaltar que a inteligência artificial é uma das maiores tendências e pode ser aproveitada em diversas áreas, da segurança à análise de dados de consumo. Acelerar a adoção dessas tecnologias pode colaborar para diminuir os impactos da crise.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/novas-formas-de-fazer-negocio-4-dicas-para-reinventar-sua-empresa/

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Orçamento doméstico: como economizar com energia solar




Para equilibrar o orçamento doméstico é preciso colocar todas as contas na ponta do lápis e ver onde é possível reduzir gastos. A energia elétrica é um recurso essencial, que acaba pesando no bolso. Embora seja possível diminuir o consumo com lâmpadas e eletrodomésticos mais eficientes, além de algumas mudanças de hábitos, no fim do mês a conta de luz sempre chega e o aumento das tarifas é frequente.

A solução pode estar no uso da energia solar! Nesse post vamos ver como ela ajuda a economizar em casa e quais as vantagens para o orçamento doméstico. Confira!

Quanto você gasta com energia?

A conta de luz é um gasto fixo, cujo valor pode variar mês a mês. Você provavelmente sabe qual a média da sua casa, porém o consumo tem oscilações constantes e as tarifas são ajustadas com frequência. Assim, é mais difícil controlar essa despesa.

Em 2020, por exemplo, o governo tomou medidas emergenciais para socorrer o setor elétrico brasileiro após a crise desencadeada pela pandemia de Covid-19. Isso deve afetar a conta de luz em residências e empresas. De acordo com a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), há risco de aumento de até 20% da tarifa de energia elétrica ao longo dos próximos anos.

Logo, é preciso considerar o impacto da conta de luz no orçamento doméstico. Você já calculou quanto paga por energia elétrica no período de um ano? Já imaginou o que poderia fazer com esse dinheiro? O valor pago é alto e poderia ser direcionado para outras áreas, como educação, viagens ou mesmo as outras contas da casa.

Com energia solar, você pode prever os gastos, economizar e controlar o orçamento doméstico. Ela é uma tecnologia acessível para residências e que traz diversos benefícios. Confira alguns deles a seguir.

5 vantagens da energia solar para o orçamento doméstico

1. É mais barato

A principal vantagem da energia solar em residências é a economia. O sistema fotovoltaico gera energia de forma autônoma, a partir da radiação emitida pelo Sol. Desta maneira, sua casa não depende exclusivamente da energia elétrica fornecida pela rede concessionária. Esta só será ativada caso a energia solar não seja suficiente para suprir o consumo.

Assim, é possível reduzir os gastos com eletricidade em até 95%. Além disso, caso você e sua família não consumam toda a energia gerada pelos módulos fotovoltaicos da sua residência, o excedente é repassado para a rede da concessionária e você ganha créditos de energia para serem utilizados em até 60 meses.

2. É um ótimo investimento

Muitas pessoas ainda não consideram a energia solar como uma solução para casa porque acreditam que a tecnologia não é acessível e que o investimento é muito alto. Mas na verdade os valores já estão mais baixos e variam de acordo com o tamanho da casa e o consumo de energia. Hoje há linhas de crédito específicas para energia solar, que possibilitam o financiamento e facilitam o acesso. Assim, em vez de pagar a conta de luz, você paga a parcela do financiamento e, quando ele acabar, terá geração de energia própria por muitos anos.

O retorno sobre o investimento é considerado rápido: pode levar em média quatro anos para o equipamento “se pagar”, dependendo do consumo. Além disso, a vida útil dos painéis solares compensa, pois eles duram até 25 anos com 100% de eficiência. Para manutenção é necessário apenas uma limpeza dos painéis com periodicidade de 6 meses a 1 ano. Por fim, imóveis equipados com energia solar são mais valorizados.

3. Pode ter desconto com IPTU Verde

Algumas cidades no Brasil já dão desconto no IPTU para residências que utilizam fontes de energia renováveis, como é o caso da energia solar. Essa prática é conhecida como IPTU Verde. Há, inclusive, uma PEC em tramitação no Senado para que a medida passe a valer em todo o Brasil. Assim, será possível abater o valor do IPTU e economizar ainda mais no orçamento doméstico.

4. Orçamento doméstico controlado

Com energia solar, sua casa passa a ter autonomia energética, ou seja: produzir a própria energia. Assim, você tem muito mais previsibilidade nos gastos domésticos e controla melhor as finanças. O dinheiro que seria utilizado na conta de luz poderá ser aplicado em outras áreas que você ou sua família desejarem: saúde, educação, viagens, diversão, poupança. É, com certeza, uma forma mais inteligente de organizar o orçamento.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/orcamento-domestico-como-economizar-com-energia-solar/

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Segurança nas empresas: dicas importantes para negócios




O ambiente corporativo é cheio de recursos e informações importantes que precisam de cuidados. São equipamentos de alto valor, de precisão, sensíveis ou raros, detalhes financeiros, de contrato, projetos e fórmulas, dentre outros dados e objetos, que se caírem em mãos erradas, podem comprometer o funcionamento do negócio e prejudicar os resultados. Por esse motivo, a segurança nas empresas é um assunto relevante e que merece a atenção dos gestores. Nem sempre é possível observar tudo o que acontece nem restringir drasticamente o nível de permissão e impedir que as pessoas circulem por onde há material sensível. Aliás, esta é uma das principais preocupações de empreendedores e responsáveis por negócios de pequeno e médio porte: como garantir um bom nível de segurança nas empresas sem gastar muito?

Felizmente há diversas soluções modernas e altamente eficazes que podem ser implementadas de forma rápida. Esses recursos atendem basicamente às seguintes necessidades de segurança nas empresas:

  • monitoramento de áreas específicas;
  • prevenção de furtos e invasões;
  • limitação de acessos;
  • fornecimento de energia para situações emergenciais.

Os recursos que você verá neste texto são facilmente encontrados no mercado. Leia atentamente, veja quais são imprescindíveis para o seu negócio e diminua os riscos que a falta de um bom sistema de segurança para empresas pode trazer.

Monitoramento de qualidade: a chave para um bom sistema de segurança nas empresas

Você já deve ter percebido que em praticamente todos os estabelecimentos comerciais que lidam com o público há pelo menos uma câmera de monitoramento. Elas têm um papel importante na manutenção da segurança nas empresas, pois além de inibirem a ação de oportunistas, permite a verificação de situações em tempo real e registra tudo ao longo de um determinado período de tempo.

Esse recurso é um dos mais populares na história dos sistemas de segurança para empresas — e até para ambientes residenciais. Com o passar do tempo ele evoluiu de tal forma que o ganho de qualidade e de funcionalidades em relação a anos passados é enorme.

Por exemplo: você sabia que já não é mais preciso fazer grandes intervenções para instalar um sistema de câmeras de vídeo dentro da sua empresa? Os equipamentos mais modernos disponíveis no mercado, como as câmeras IP, exigem apenas um cabo para funcionar. Chega de quebrar paredes e perder tempo passando centenas de metros de fios para energia e para os dados.

Dispositivos como as nossas câmeras CFTV IP das séries 1000 e 3000 são o melhor exemplo: modernas e inovadoras, elas foram projetadas para atender especialmente às necessidades de segurança para pequenas e médias empresas. Elas captam e transmitem sinais digitais que trafegam por cabos de rede — por meio dos quais também é possível fornecer energia para o funcionamento das câmeras. O ganho em praticidade na hora da instalação é significativo, já que não é necessário que cada aparelho seja conectado a um gravador de vídeo digital (DVR): basta ligá-lo à internet e configurar um NVR (Network Video Recorder) para receber e gravar os sinais captados. As imagens têm qualidade profissional e alta definição, inclusive quando operando em locais pouco iluminados.

Tecnologia de segurança nas empresas: estrutura de rede para acesso remoto

As funcionalidades das câmeras e gravadores de vídeo baseados em rede que você leu anteriormente compreendem ainda um diferencial prático: a possibilidade de monitoramento do ambiente à distância por meio de aplicativos para celular e softwares dedicados. Um ganho e tanto para quem quer saber se a sua pequena ou média empresa está segura o tempo inteiro.

Para isso é muito importante que a rede à qual estão conectadas as câmeras não seja a mesma utilizada no dia-a-dia do negócio nem a dos clientes. A ideia é garantir mais confiabilidade e evitar a lentidão causada pela demanda excessiva. Outra vantagem de manter duas redes disponíveis é que os arquivos de vídeo ficam ainda mais seguros e menos sujeitos a danos que podem ser causados por dispositivos externos. A propósito: você sabe qual é a melhor maneira de criar uma rede Wi-Fi de alto desempenho para atender às necessidades de uma empresa?

Os access points corporativos foram desenvolvidos especialmente para isso. Possuem capacidade de conectar vários usuários simultaneamente e suportar a grande demanda de um ambiente corporativo, podendo ser usados em ambientes comerciais — como pequenas e médias empresas. Além da performance robusta, esse equipamento pode possuir funções para você utilizar o Wi-Fi como uma ferramenta de marketing para o negócio:

  • Wi-Fi Marketing – libere o Wi-Fi após o cliente assistir a uma imagem ou vídeo de sua escolha;
  • Facebook Wi-Fi – acesso à rede mediante Check-in no Facebook.

Também é possível controlar a rede e o tráfego dos usuários por meio de aplicativos, disponíveis para smartphones e tablets.

Energia sem interrupções

Ao investir em um sistema de segurança para empresas é comum que as pessoas pensem somente nos itens dos quais já falamos e esqueçam um que faz toda a diferença — sobretudo em situações de emergência: o nobreak. É ele quem vai garantir que as câmeras, a rede e os controles de acesso continuem funcionando mesmo que aconteça um blecaute.

Este tipo de equipamento oferece proteção e energia extra com mais autonomia para equipamentos eletrônicos em qualquer lugar. Ele impede que os dispositivos conectados a ele sofram danos por conta de variações de tensão, sobretudo daquelas que podem acontecer no momento do retorno da energia. Este recurso é estratégico para pequenas e médias empresas, que além dos sistemas de segurança, tenham equipamentos que não podem ser desligados ou eletronicamente sensíveis.

Controle de acesso: parte importante da segurança nas empresas

Para resolver o problema da movimentação de pessoas por áreas sensíveis da empresa, um recurso muito importante que pode ser instalado é o controle de acesso. O funcionamento é simples: por meio de uma fechadura digital já é possível delimitar as áreas às quais os funcionários ou clientes terão acesso a partir da concessão de senhas, tags ou ou cadastro da biometria.

Com grau de segurança elevado e preços compatíveis com a realidade financeira dos pequenos e médios negócios do país, as fechaduras digitais podem ser aplicadas em portas de correr, de vidro ou de madeira, aproveitando a mesma furação já existente para abrigar a anterior. Esse equipamento é alimentado por pilhas que têm um sistema inteligente de monitoramento da carga que alerta o usuário quando elas estiverem perto do fim. Para configurar o acesso, é possível cadastrar tags que podem ser entregues a quem entrará nos ambientes ou registrar as impressões digitais do frequentador do espaço.

Sensores de presença para iluminação

Estes equipamentos têm duas funções muito importantes dentro do seu sistema de segurança para empresas: contribuir para a redução do consumo de energia elétrica, dar praticidade no acendimento de lâmpadas e aumentar a sensação de segurança.

Os sensores de presença para iluminação são desenvolvidos para acionar as lâmpadas de uma determinada área ao detectar o movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Dessa forma, evita a manutenção de luzes acesas em ambientes vazios sem eliminar a conveniência de acendê-las automaticamente quando necessário, proporcionando economia de energia

Quanto à segurança nas empresas, o sensor inibe invasores ao detectar presença e acionar a lâmpada, aumentando a área iluminada e a visibilidade em ambientes semiabertos.

Sistema de Alarmes e Sensores

Além destas soluções que podem ser aplicadas do lado de dentro de modo a aumentar a segurança para empresas de pequeno e médio porte, é importante contar com um sistema eficiente que ajuda a monitorar eventuais tentativas de invasão e danos ao patrimônio.

Um dos recursos mais práticos neste sentido são as centrais de alarme e os sensores. Elas podem ser monitoradas ou não, sendo que as do primeiro tipo permitem conexão com prestadores de serviço de vigilância que podem determinar o envio de equipes especializadas para verificar a causa do disparo. Já os sensores são dispositivos detectores de intrusão por meio de diferentes tecnologias, que podem identificar:

  • abertura de portas e janelas;
  • deslocamento de massa ou calor;
  • interrupção de barreiras infravermelhas e outras alterações.

A solução ideal para uso está relacionada ao local de instalação, pois cada modelo tem sua especificação (áreas internas, semiabertas ou externas).

Os equipamentos mais modernos possuem diversas zonas de configuração, o que é ideal para espaços empresariais. Também há recursos como o monitoramento por meio de aplicativos e o encaminhamento de eventos para dois lugares diferentes.

Como você viu, a quantidade e o nível das soluções disponíveis no mercado para garantir a segurança para empresas são muito bons.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/seguranca-nas-empresas-dicas-importantes-para-negocios/

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Como funciona a energia solar em residências?




Quem não gostaria de poder viver sem se preocupar com tarifas e contas de luz e energia? Se você consegue imaginar como sua vida, suas finanças e o meio ambiente melhorariam com isso, saiba que essa alternativa pode estar mais perto do que você imagina. É a geração de energia elétrica por meio da luz do Sol. Mas como funciona a energia solar em residências?
Como a energia solar tem se popularizado cada dia mais e se tornado uma opção para quem quer poupar dinheiro e ajudar a preservar os recursos naturais, vamos falar mais sobre ela nesse artigo. Continue a leitura e saiba mais sobre esta forma de geração de energia e veja como utilizar na sua casa sem nenhuma preocupação!

A energia solar

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre energia solar, seja na televisão ou na internet, ou em conversas com outras pessoas. Esse sistema, regulamentado em 2012 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tem se popularizado graças aos benefícios econômicos e sustentáveis que oferece. Aliás, o Brasil superou a marca de 2.000 megawatts (MW)  e com isso essa fonte passa a ocupar a posição de 7ª maior geradora de energia no país.

Quando falamos em energia solar fotovoltaica, é a conversão direta da irradiação solar em energia elétrica, por meio de equipamentos específicos que são instalados. De forma resumida, a energia é gerada através de um sistema fotovoltaico, que capta a radiação emitida pelo Sol e a transforma em energia elétrica. Os módulos podem ser instalados em qualquer tipo de construção.

Além disso, pelo Sol ser uma fonte renovável e inesgotável de energia, você poderá desfrutar de uma energia limpa e sustentável. Ou seja, não será preciso se preocupar com o esgotamento ou falta de recursos, como é o caso da energia nuclear ou as provenientes do petróleo e do carvão.

Mas, de fato, como funciona a energia solar em residências?

O primeiro passo para ter acesso a esse tipo de energia, é instalar os módulos fotovoltaicos no imóvel. Esses paineis podem ser colocados no telhado, o que é mais comum, no solo ou até mesmo de forma flutuante – você pode escolher um local de instalação que harmonize com a estética de sua casa e capte radiação de forma eficiente. Mas lembre-se que isto deve ser visto junto com a empresa fornecedora dos equipamentos, que contará com profissionais capacitados para esta definição.

Depois disso, a energia solar passa por um inversor, que vai alterar a corrente contínua para a corrente alternada. Dessa forma, a energia é equalizada de acordo com a frequência normal em residências, que é de cerca de 60 Hz. A partir daí, a energia solar poderá substituir perfeitamente a energia elétrica em todos os usos do dia a dia, sem nenhuma diferença entre elas. E o melhor, será possível economizar até 95% dos gastos com contas de luz.

Também vale destacar que caso a energia gerada pelas placas solares não seja suficiente para suprir seu consumo de energia, esta demanda será complementada pela rede elétrica. Mas, se o oposto acontecer e sua residência está gerando mais do que consumindo, a energia ‘extra’ é repassada para a rede distribuidora em forma de crédito de energia para serem utilizados em até 60 meses. Assim, você terá energia disponível para utilizar quando o gerador solar não estiver em potência total, ou dividi-los com outra unidade consumidora (casa de praia, por exemplo) que esteja no seu nome.

Por isso, além dos módulos e do inversor, o sistema fotovoltaico utiliza um medidor bidirecional. É o famoso ‘relógio de luz’, que mede o consumo, mas, nesse caso, não apenas da energia enviada para dentro do imóvel. Também é medido o que não foi utilizado e acabou sendo levado à rede elétrica. Diferente do restante dos equipamentos do sistema, que são de responsabilidade da empresa instaladora, este relógio é fornecido e instalado pela rede distribuidora de cada cidade.

Energia solar em casa vale a pena?

Analise a implantação de um sistema fotovoltaico como um investimento e não apenas como um gasto já que o sistema tende a se pagar em torno de seis anos. Além disso, os módulos fotovoltaicos tem boa performance, podendo ser usados por cerca de 25 anos. O que acaba sendo um diferencial de valor caso o imóvel precise ser vendido ou alugado.

Portanto, diante do custo-benefício oferecido pela energia solar, podemos dizer que este é um investimento que vale a pena. E não só para seu bolso, mas também para o meio ambiente e para as futuras gerações.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/como-funciona-a-energia-solar-em-residencias/

terça-feira, 28 de julho de 2020

Câmera com reconhecimento facial: conheça essa tecnologia




A câmera com reconhecimento facial é uma das mais avançadas tecnologias de monitoramento. Por meio de inteligência artificial aplicada aos sistemas de vigilância CFTV IP, ela é capaz de reconhecer rostos e identificar pessoas.

Essa funcionalidade tem sido aplicada em ambientes de grande circulação – como aeroportos, shoppings e espaços públicos – para proporcionar mais segurança. Também é utilizada em grandes corporações para controle de acesso de colaboradores e cadastro de visitantes.

Neste artigo, vamos ver como ela funciona e quais as possibilidades. Continue lendo!

Câmera com reconhecimento facial: tendência de segurança

O CFTV IP revolucionou o mercado de monitoramento e segurança. As câmeras que utilizam essa tecnologia captam imagens de ultra resolução, com grande nitidez e riqueza de detalhes, imagens coloridas em baixíssima luminosidade, zoom de até 60×.

Isso porque o sistema permite integrar uma série de recursos por meio de inteligência artificial para potencializar a segurança. Entre eles, inteligências comportamentais, Linha e Cerca virtual com IA, leitura automática de placas e identificação de comportamento suspeito de veículos, contagem de pessoas, busca forense, identificação de temperatura de pessoas e objetos, além de reconhecimento facial. Tudo isso é possível graças à tecnologia de última geração.

Entre todas essas possibilidades, o reconhecimento facial é o que mais tem atraído o interesse de grandes empresas e da gestão pública. Quando se trata de segurança, ela é uma tendência que deve se consolidar nos próximos nos próximos anos. Segundo a consultoria Markets and Markets, o mercado de biometria facial deve valer mais de US$ 7 bilhões até 2020.

China, Londres e até o Brasil já utilizam o reconhecimento facial para identificar pessoas em lugares públicos como aeroportos, metrô e ruas consideradas perigosas ou com grande circulação de pessoas. Shoppings, supermercados, condomínios e grandes empresas também se beneficiam dessa tecnologia para identificar suspeitos e criminosos.

IA para o reconhecimento de face: como funciona?

O reconhecimento facial é possível graças à inteligência artificial (IA). Ele é uma técnica de biometria que faz a leitura dos traços dos rostos. Apesar de cada pessoa ser única, a face têm características comuns que podem ser usadas de referência para a diferenciação. Por exemplo: a distância entre os olhos, o comprimento do nariz, o tamanho do queixo e a linha da mandíbula. A partir da leitura e comparação desses pontos com um banco de dados, é possível identificar uma pessoa.

Ele pode ser aplicado de diversas formas. Há smartphones que já utilizam esse recurso para desbloquear o aparelho, por exemplo. Também há porteiros eletrônicos que liberam o acesso aos locais ao fazer a leitura de face, da mesma forma que ocorre com a leitura biométrica de impressões digitais. Por fim, as câmeras de monitoramento são capazes de fazer essa identificação mesmo que a pessoa esteja em movimento e em meio à multidões. Vamos ver algumas possibilidades a seguir.

Recursos da câmera de reconhecimento facial CFTV IP

Comparação com banco de dados

Ao realizar o reconhecimento de face, o sistema consegue cruzar as informações com um banco de dados, como o cadastro do RH de uma empresa. Com isso, é simples obter rapidamente as informações adicionais das pessoas identificadas no local. Esse recurso pode ser utilizado para distinguir quem tem permissão de acesso ou não a um determinado lugar, por exemplo.

Análises além da face

O reconhecimento facial é o recurso principal, mas não é o único. Há modelos de câmera de reconhecimento facial que que possuem um recurso que realiza a análise de outros elementos para identificar indivíduos. Ela pode ser configurada para verificar idade, gênero e outras características como óculos, barba, tipo e cor de roupas, entre outros. Assim, se o propósito for encontrar uma pessoa, pode-se fazer uma busca por essas características.A busca também pode ser feita inserindo a foto de uma pessoa no sistema, encontrando rapidamente se ela passou por ali anteriormente.

Essas informações de características de pessoas também podem auxiliar nas análises das estratégias de marketing, podendo ser utilizadas para fazer estatísticas de fluxo e público de pessoas, identificando qual o perfil que frequentam o local (porcentagem de pessoas de cada gênero e idade, em cada mês, dia e hora)

Alta tecnologia de imagem

Para poder ser utilizada nos mais diversos ambientes e garantir a eficiência no reconhecimento de pessoas, as câmera contam com tecnologias que permitem captar imagens coloridas mesmo com pouca luminosidade – o que proporciona uma excelente performance mesmo à noite, por exemplo. Essas câmeras podem captar até 32 pessoas por segundo, obtendo alta performance mesmo com grande fluxo de pessoas.

As câmeras de reconhecimento facial são a solução ideal para grandes projetos de segurança. Com tecnologia de ponta, elas colaboram para garantir a segurança, com precisão e eficiência.

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/camera-com-reconhecimento-facial-conheca-essa-tecnologia/

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Sistema de detecção de incêndio: um aliado na redução de riscos




Dados do Instituto Sprinkler Brasil (ISB) indicam que em 2018 foram contabilizadas em média 530 ocorrências de incêndio estruturais (em construções comerciais e indústrias), sendo o maior número de registros – 190 deles – em estabelecimentos comerciais como lojas, shopping centers e supermercados. As principais causas destes incidentes estão ligadas à falta de manutenção preventiva dos sistemas de detecção de incêndio, à qualidade dos equipamentos, aos materiais utilizados em obras e a projetos mal elaborados.

Somado a isto, a legislação para o assunto ainda é falha no Brasil. É necessário unificar as normas existentes e torná-las mais rígidas, visando a diminuição da ocorrência de incêndios. A regra geral é que, grandes espaços, por concentrar uma grande quantidade de pessoas, devem contar com bons equipamentos, além de um bom planejamento contra incêndio, prevendo rotas de fugas seguras. Em alguns casos, ainda se faz necessária a presença de uma brigada especializada.

As consequências de um acidente, especialmente se for de grande porte, podem ser irreparáveis. Mortes, lesões e ferimentos causados por incêndio resultam em problemas físicos e psicológicos para o indivíduo e sua família. Além disso, outro ponto delicado é a responsabilidade civil (e até criminal) que pode ser implicada aos síndicos ou donos de empresas. Sem esquecer do fato que arcar com os custos de um incêndio não significa somente realizar reparos ou reformas na propriedade. Se uma empresa é seriamente danificada, por exemplo, os estragos podem implicar na interrupção dos negócios durante meses, causando ainda mais prejuízos financeiros.

Um dos equipamentos que ajudam muito na prevenção e na proteção de vidas e do patrimônio é o sistema de detecção de incêndio. Composto por alguns itens, ele funciona na identificação e sinalização de fumaça e fogo. Vamos falar mais sobre ele neste artigo.

A importância do sistema de detecção de incêndio

Empresas de médio a grande porte, prédios comerciais, indústrias e espaços públicos e privados que recebem grandes públicos são obrigados, mesmo que por diferentes legislações e normativas, a investir em um sistema de detecção de incêndio. Este deve atender às especificidades técnicas determinadas pela ABNT e pelos Bombeiros, no que se refere a sua instalação e manutenção.

Tais soluções devem ser elaboradas dentro de um projeto de prevenção de riscos, por profissional qualificado e precisam passar por manutenções periódicas para garantir sua usabilidade e segurança. Vale lembrar que esse é um investimento que não pode mensurado, pela possibilidade de se prevenir catástrofes e salvar vidas.

O que compõe um sistema de detecção de incêndio?

Um sistema de detecção de incêndio é composto por vários equipamentos e dispositivos como a central de detecção e alarme de incêndio. Ela é a responsável por receber a informação dos acionadores e detectores e, em caso de uma situação de alarme, acionar os sinalizadores.

De acordo com a NBR 17240, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), um sistema completo é composto por:

  • central de alarme de incêndio;
  • acionador e detector de temperatura ou fumaça;
  • acionador manual;
  • sinalizador audiovisual;
  • cabos blindados.

 

Conheça o funcionamento de cada um deles:

Central de alarme de incêndio – recebe informações dos detectores e acionadores e, caso identifique algum princípio de incêndio, processa as informações e prossegue com a ativação do alarme. Além disso, ela também verifica possíveis falhas na instalação, como curto-circuito, cabeamento rompido, entre outras. São dois tipos de centrais: as endereçáveis, que indicam o local exato com foco de incêndio e o tipo do dispositivo que foi ativado; e as convencionais, que sinalizam apenas a localização do evento.

Detector de fumaça – eficientes, verificam indícios iniciais de fogo, pois são capazes de detectar partículas de fumaça produzidas por inúmeras fontes de combustão, e comunicam a central. Quando em sinistro, enviam uma mensagem automática à central de alarme de incêndio, informando a sua localização exata (modelo endereçável) através do endereço definido . Vale destacar que os detectores de fumaça de qualidade reduzem os disparos de alarmes falsos.

Detector de temperatura – tem funcionamento semelhante ao detector de fumaça, mas o disparo é por temperatura. Quando atinge uma determinada temperatura, o detector emite o alerta.

Acionador manual – possui um interruptor que aciona o alarme de incêndio e, em seguida, manda um sinal automático, informando a localização à central de alarme de incêndio. Sua sinalização de funcionamento geralmente se dá através de LEDs e de alarme. Se o LED está verde, o sistema está em funcionamento; se está vermelho, significa sinal de fogo e alarme.

Sinalizador audiovisual – é o dispositivo que informa a condição do alerta ou incêndio para que as pessoas presentes possam abandonar o local. Os modelos mais encontrados no mercado são os audiovisuais que, quando acionados, emitem uma luz vermelha e um sinal sonoro, ao mesmo tempo. Existem ainda outros tipos de sinalizadores que podem ser somente sonoros ou visuais. A escolha do item vai depender do tipo de aplicação e do ambiente; certamente o modelo será especificado pelo projetista.

Cabos blindados – são cabos desenvolvidos para sistemas de detecção e alarme de incêndio, que evitam que interferências externas prejudiquem os sinais transmitidos. Fique atento, pois eles devem possuir blindagem. Caso não possuam, devem ser instalados em eletrodutos metálicos, calhas e bandejamentos metálicos fechados, exclusivos para o sistema de alarme de incêndio.

Outros equipamentos importantes para ampliar a prevenção e proteção contra incêndios

Dentro de um projeto completo, existem outros equipamentos que também devem ser considerados para ampliar a prevenção e proteção contra incêndios. São eles:

  • extintores;
  • hidrantes;
  • mangueiras;
  • pára-raio;
  • fiação elétrica;
  • central de gás;
  • escada de emergência;
  • porta corta fogo;
  • sprinklers (chuveiro automático);
  • sistema de iluminação de emergência.

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/sistema-de-deteccao-de-incendio-um-aliado-na-reducao-de-riscos/

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Portaria remota para condomínios: integração e tecnologia




O uso de portaria remota em condomínios residenciais é uma tendência que está ganhando as cidades. Entre os principais benefícios oferecidos estão o reforço na segurança dos moradores e a redução de custos condominiais. Mas para que a solução funcione, é preciso compreender as vantagens da tecnologia e tomar alguns cuidados na implantação do sistema.

Não está familiarizado com essa tecnologia? É simples de entender. A portaria remota nada mais é do que ter um funcionamento diferenciado da portaria e da segurança de um condomínio. O controle de entrada e saída de moradores, visitantes e entregadores é feito por um vigilante à distância ou pelos próprios moradores, por meio de um sistema integrado de telefonia e câmeras IP, portões eletrônicos e mecanismos de biometria (ou seja, reconhecimento da impressão digital ou da face), entre outros. Assim, não há necessidade de ter um funcionário realizando esta atividade na portaria do prédio.

A redução de custos pode chegar a até 70%, dependendo do número de apartamentos, e o retorno do investimento é estimado entre cinco e seis meses. Ficou interessado? Então veja as dicas para ter sucesso na implantação da portaria virtual para condomínios.

Saiba como implantar a portaria remota para condomínios

O síndico ou o administrador do condomínio tem um grande desafio em estruturar bem esse projeto, pois passa por uma mudança de hábitos e principalmente conscientização dos moradores, e isso se consegue com planejamento. Uma vez apresentado e explicado detalhadamente o novo conceito aos condôminos, a implementação pode ser feita parcialmente. Uma sugestão é manter o porteiro ou vigilante por período determinado até que todos se adaptem.

Outro item de extrema importância é a atenção na aquisição de equipamentos para que sejam sólidos e confiáveis. Quando se fala em segurança, todo cuidado é pouco. Vamos entender qual a importância de uma central de comunicação segura para estruturas mais robustas.

Centrais de comunicação condominiais

O coração do sistema de portaria remota para condomínios passa por uma central de comunicação integrada, por isso é importante conhecer seu funcionamento. São estruturas de tecnologia autônomas, como centrais telefônicas IP ou gateways, que permitem a interface com visitantes e moradores de um condomínio sem que haja a necessidade de um funcionário na portaria.

Além dos benefícios mencionados, as soluções permitem ainda ligações dentro de um condomínio. Esses pontos podem realizar ligações gratuitas entre eles, e contam com praticidades como identificação de ramal para apartamentos, Pega Trote, transferência, Siga-me, Não Perturbe, entre outras. O consumo de energia é muito baixo e as centrais são práticas de instalar e fáceis de programar.

Para condomínios com menos unidades residenciais, o indicado é uma central de comunicação com capacidade de ramais reduzida (existem aparelhos de 16 até 352 ramais). Já para conjuntos residenciais maiores, que têm a necessidade de mais pontos, o ideal é contar com uma solução IP, que oferece acima de 500 conexões. Para ainda mais ramais, pode-se usar essas duas centrais em conjunto.

Um dos principais benefícios de utilizar uma solução como a IP é a redução de custos. Com ela, é possível fazer o roteamento inteligente de chamadas e os ramais IP distribuídos. As chamadas entre o porteiro, a central de atendimento e os moradores do prédio não geram cobrança, pois não dependem de uma operadora de telefonia. Além disso, o aparelho de telefone que atende a portaria remota também pode realizar chamadas externas com tarifas muito mais baixas através de uma operadora VoIP. A segurança é outro ponto importante. As chamadas podem ser gravadas, o que permite maior controle das ligações, protegendo as informações dos moradores do condomínio.

Além de soluções em centrais telefônicas, é preciso contar também com dispositivos para todo o sistema de portaria remota. Um exemplo são as câmeras IP, que capturam imagens em alta definição, realizam gravação via rede, enviam alarmes de detecção de movimento, oferecem aplicativos que permitem o monitoramento das imagens através de smartphones, equipamentos focados em controle de acesso, como tags RFID, software gestor de acessos, terminais condominiais entre outros.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/portaria-remota-para-condominio/

terça-feira, 21 de julho de 2020

Saiba como funcionam os tipos de sensores de alarme




Sensores são dispositivos que detectam a presença de pessoas, animais ou veículos em um determinado espaço. Há diferentes tipos de sensores que, ao serem interligados à central de alarme (monitorada ou não-monitorada), formam um eficiente sistema de segurança eletrônica para residências, condomínios e empresas.

Neste artigo, vamos apresentar os tipos de sensores de alarme encontrados no mercado e as principais funcionalidades de cada dispositivo. Vale lembrar que eles são indispensáveis às centrais, cumprindo com o objetivo de detectar, comunicar e até evitar ações criminosas.

Os diferentes tipos de sensores de alarme

Os sensores conseguem identificar se há alguém (ou algo) no local onde são instalados. Isso ocorre por meio de detecção de movimentos, variação de temperatura, micro-ondas ou pela interrupção de feixes infravermelhos. Existem também dispositivos que unem duas formas de detecção (geralmente infravermelho e micro-ondas) para diminuir as chances de alarmes falsos, especialmente quando há a circulação de animais de estimação ou com diferenças de umidade e temperatura, como jardins e varandas.




A comunicação entre o sensor e a central de alarme pode ser feita com fio ou sem fio, sendo nesse caso realizada via rádio frequência.

De acordo com a tecnologia que o dispositivo utiliza para detectar presença, podemos dividir os tipos de sensores por:

  • Sensores infravermelho passivo (IVP) – detectam a movimentação de luz infravermelha emitida por corpos quentes (como os de um humano). Assim, quando identificam a presença de uma pessoa, ‘avisam’ a central de alarme. Pela forma de detecção, esses sensores não devem ser utilizados próximos a locais com grande variação de temperatura, como locais onde há lareira, aquecedor, ar condicionado etc, apesar de haver modelos com compensação real de temperatura. Para amenizar os disparos em falso, estes dispositivos possuem diversos ajustes de sensibilidade e de alcance, como a Função Pet que pode ser ajustado para não identificar animais acima de um determinado peso limite pré-definido pelo usuário (20 kg ou 30 kg), permitindo que o seu animal de estimação transite livremente pela casa sem que o sistema de alarme dispare;
  • Sensores infravermelho ativo (IVA) – os sensores ativos trabalham em pares, onde o transmissor emite feixes de infravermelho – que é um tipo de luz bastante difícil de ser percebida pelo olho humano – para o receptor. Quando alguém ou alguma coisa ‘corta’ esse feixe de luz na área protegida, o sensor detecta e emite um sinal, se utilizados em portas dos elevadores e em portões automáticos impedem acidentes (antiesmagamento). Também pode ser usado para proteção de perímetros, aumentando ainda mais a segurança juntamente com as cercas elétricas, formando uma barreira virtual, ou até para proteger um perímetro maior em residências, comércios e indústrias;
  • Sensores de micro-ondas – estes sensores captam os movimentos através do efeito Doppler. Ou seja, o dispositivo emite as micro-ondas e o objeto que está em movimento as reflete. Assim, o sensor micro-ondas é composto por três componentes: um emissor, um receptor e um circuito de análise e detecção que analisa os sinais refletidos;
  • Sensores magnéticos (de abertura) – são utilizados para detectar abertura e fechamento indevidos de janelas e portas e para evitar invasões. Funcionam através de um contato elétrico e um ímã. A função do ímã é manter o sensor acionado e, no caso de abertura de porta ou janela, há afastamento dos contatos, enviando imediatamente um sinal para a central de alarme. Pode ser encontrado com fio ou sem fio. No caso de ser sem a fiação, o sensor emite sinais de rádio frequência quando houver abertura da porta ou janela, que são captados pelo receptor conectado diretamente à central de alarme.

Além de estar interligados à central de alarmes, alguns tipos de sensores também podem ser utilizados acoplados ao sistema de iluminação ou de videomonitoramento. Assim, ativam o funcionamento de luzes ou a movimentação de câmeras de segurança logo que detectar alguma atividade fora do padrão.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/saiba-como-funcionam-os-tipos-de-sensores-de-alarme/


quinta-feira, 16 de julho de 2020

Nobreak: que proteções você terá ao utilizar este dispositivo?




Você já perdeu um trabalho que passou horas escrevendo porque a luz caiu de repente e o computador não ligou mais? Ou então deixou de entregar o combinado com seu cliente porque perdeu dados com as oscilações de tensão que danificaram os computadores? Estas situações podem ser evitadas se você tiver um nobreak.

Um nobreak ou UPS (Fonte de Energia Ininterrupta, na sigla em inglês) é um dispositivo indispensável para proteger e manter em funcionamento uma série de equipamentos e aparelhos eletroeletrônicos.

Em caso de queda de luz, o nobreak faz a alimentação destes equipamentos, por meio de suas baterias internas. Além disso, funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ (sem oscilações) para os dispositivos conectados a ele, servindo como uma proteção extra – ao longo do tempo, a energia de má qualidade prejudica os equipamentos.

Está pensando em investir em um nobreak? Saiba que as vantagens e proteções são muitas.

As vantagens de usar um nobreak

Em relação a segurança, ele é fundamental para manter os itens, de uma residência, condomínio ou empresa, em funcionamento caso a energia seja cortada de forma proposital ou por tempestades, por exemplo. Sem energia e sem nobreak, alarmes, câmeras, cercas elétricas, porteiros eletrônicos, controles de acesso entre outros, ficam indisponíveis e, dessa forma, não garantirão a segurança do local. De nada adiantará uma solução completa, se uma simples queda de luz deixará estes locais vulneráveis.

Mas não é só garantindo o funcionamento dos itens de segurança que o nobreak opera. As oscilações constantes de tensão são prejudiciais para aparelhos mais sensíveis, que podem facilmente ‘queimar’. O uso desse equipamento fará a proteção destes equipamentos, pois funcionam também como estabilizadores de tensão – ele será a fonte no caso de queda do fornecimento, sem interromper o fluxo de energia durante a mudança do modo “rede” para o modo “baterias”, ou seja, o aparelho não fica inativo e pode ser desligado de forma mais adequada, sem nenhuma queda brusca.

Outro ponto positivo é evitar os prejuízos operacionais causados pelas quedas de energia. Computadores, servidores, switches, roteadores, telefones, centrais, entre outros equipamentos, são essenciais para as empresas ou mesmo para profissionais autônomos. O tempo de inatividade pela falha elétrica pode custar tanto quanto um hardware danificado: imagine as despesas com atrasos na produção, para recuperar arquivos danificados ou para re-executar processos que foram interrompidos.

Nobreak × Estabilizador × Gerador

Já tenho um estabilizador, preciso de um nobreak? Apesar de os estabilizadores protegerem os aparelhos eletrônicos das variações de tensão, eles não são capazes de fornecer energia, não sendo uma solução completa em caso de blecaute.

E sobre o gerador, qual a diferença em relação ao nobreak? Os geradores garantem um longo tempo de abastecimento, por meio de um motor interno que pode ser alimentado com combustível. É ideal para aeroportos, hospitais, supermercados, bancos, hotéis, onde há a necessidade de uma autonomia muito maior. Já os nobreaks atendem a projetos com menor necessidade de autonomia.

No entanto, a combinação entre gerador e nobreak é perfeita. Isso porque até que o gerador seja ligado (o que pode variar de segundos a alguns minutos), o nobreak entra em operação em um curto período de tempo, sem que os equipamentos sejam afetados.

As proteções oferecidas

Proteção contra subtensão

Quando ocorre uma redução na tensão fornecida pela concessionária, temos o efeito de subtensão, que também pode ocorrer quando ligamos vários equipamentos em uma mesma tomada. Uma queda de tensão pode causar diversos problemas, como por exemplo panes inesperadas ou comprometimento do funcionamento.

Como o nobreak opera? Ele conta com componentes que fazem a regulação da tensão. Se a tensão reduzir drasticamente, o nobreak entra em modo bateria.

Proteção contra sobrecarga

A sobrecarga ocorre quando a carga ligada no nobreak é maior do que a oferecida por ele. A sobrecarga pode ocasionar aquecimento excessivo dos componentes do nobreak, como circuitos e transformador, por exemplo.

Como o nobreak opera? Por meio de sensores que monitoram a carga conectada e avisam por meio de sinais sonoros quando há excesso de carga. Para resolver a sobrecarga é só desligar um ou mais equipamentos.

Proteção contra curto circuito

Ocorre quando há uma passagem elevada de corrente elétrica em um circuito.

Como o nobreak opera? Ele conta com componentes de proteção, evitando que os equipamentos ligados ao nobreak sejam queimados.

Proteção contra sobreaquecimento no inversor

Ocorre quando a carga ligada no nobreak é maior do que é oferecido pelo dispositivo.

Como o nobreak opera? Quando ocorre sobrecarga, é acionado o modo bateria.

Proteção contra sobretensão

Quando ocorre uma elevação na tensão fornecida pela concessionária, temos o efeito de sobretensão.

Como o nobreak opera? Ele conta com componentes que fazem a regulação da tensão. Se a tensão aumentar drasticamente, o nobreak entra em modo bateria.

Proteção contra descarga total/sobrecarga da bateria

Elas podem descarregar de duas formas: carga alta e descarga rápida ou carga baixa e descarga lenta.

Como o nobreak opera? Ele conta com uma proteção de nível, que mantém as baterias com uma carga mínima, evitando que ocorra a descarga total.

Como vimos, o nobreak protege equipamentos eletrônicos e garante o funcionamento dos sistemas de segurança. É indispensável não só para residências e condomínios, mas também para negócios de todos os portes, dos profissionais autônomos às grandes empresas.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/nobreak/

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Câmera inteligente: 9 formas de potencializar o videomonitoramento





A aplicação da tecnologia IP às câmeras de segurança revolucionou o mercado de sistemas de monitoramento. Além de gravar imagens de alta definição, que proporcionam nitidez e riqueza de detalhes, elas têm a vantagem de poder contar com inteligência artificial para fazer a análise de vídeo. Por isso, também são conhecidas como “câmera inteligente”.

A tecnologia de ponta traz uma série de possibilidades para reforçar grandes empresas, indústrias e espaços públicos. Neste post, você vai entender o que é uma câmera inteligente e quais as possibilidades para projetos de CFTV IP. Acompanhe!

Câmera inteligente: análise de vídeo com IA

A inteligência artificial (IA) é uma tendência em diversos setores, entre eles o de videomonitoramento. Essa tecnologia imita a inteligência humana, com capacidade de raciocínio, aprendizagem, reconhecimento de padrões e aplicação na análise de situações e solução de problemas. Nos sistemas de segurança, é utilizada para capturar informações, identificar e prever incidentes.

No sistema de monitoramento tradicional, as imagens das câmeras são transmitidas para uma central. Lá, um profissional é responsável por acompanhar e encontrar sinais suspeitos, que possam representar um risco para a segurança. Caso algo fora do comum ocorra, ele deve tomar uma ação para evitar danos materiais furtos e outros crimes. Esse processo, no entanto, é bastante sujeito a falhas, uma vez que a atenção humana é limitada.

As câmeras CFTV IP com IA utilizam tecnologia de última geração para otimizar o trabalho de segurança. O sistema integrado a elas faz o monitoramento e análise das imagens, baseadas em padrões e dados. Assim, pode compreender a rotina, detectar movimentações suspeitas e, inclusive, prever ações criminosas. Desta forma, a câmera inteligente auxilia o profissional de segurança, alertando caso algo esteja errado e permitindo que ele tome a atitude necessária.

Além disso, essa tecnologia tem muitas outras possibilidades e utilidades, tanto para grandes projetos de segurança, quanto para os mais simples. Veja algumas delas a seguir.

9 possibilidades da inteligência artificial em câmeras

1. Reconhecimento facial

Um dos recursos de inteligência artificial com maior procura, o reconhecimento de face é uma tendência em todo o mundo. Grandes empresas e governos têm aplicado a tecnologia para fazer controle de acesso em áreas restritas e encontrar criminosos, por exemplo. As câmeras são capazes de identificar pessoas por meio da leitura de traços do rosto, como a distância entre os olhos, o comprimento do nariz, o tamanho do queixo e a linha da mandíbula.

2. Banco de dados de biometria

Há a possibilidade de integrar um banco de dados de biometria – como as fotos e informações de cadastro do RH de uma empresa, ou a ficha criminal – ao sistema de monitoramento. Com isso, a câmera consegue reconhecer e alertar caso alguém que esteja sendo procurado ou que não tenha autorização esteja presente no local.

3. Alarme falso

O alarme falso é um dos grandes problemas de um sistema de segurança, uma vez que compromete a confiabilidade e leva a ações desnecessárias. As câmeras inteligentes evitam essas situações, pois são capazes de diferenciar quando, por exemplo, é um animal de estimação e não um humano que rompeu a barreira de segurança.

4. Cerca e linha virtual

Uma outra funcionalidade das câmeras inteligentes é a cerca e linha virtual. Com ela, é possível delimitar uma linha virtual para proteger ambientes. Sempre que uma pessoa ou um objeto cruzar essa barreira imaginária, a câmera identifica. Pode ser tanto uma única linha reta, que funciona como um muro, quanto um espaço cercado por quatro lados, como uma vaga de garagem, por exemplo.

5. Detector de movimento

A câmera pode detectar movimentação no ambiente que está sendo monitorado. Assim, caso um indivíduo ou um veículo invada o local, a central de monitoramento é acionada. Como mencionamos anteriormente, essa análise é inteligente e consegue diferenciar quando há a presença de um animal de pequeno porte, evitando alarmes falsos.

6. Abandono e retirada de objetos

A câmera inteligente também pode perceber se um objeto é retirado ou abandonado em um local. Esse recurso é muito útil para lojas que expõem produtos de alto valor em prateleiras e também para ambientes públicos, como aeroportos.

7. Leitura automática de placas de veículos

Para locais que precisam fazer o controle de entrada de carros ou mesmo para o controle de circulação em ruas, estacionamentos e estradas. Essa possibilidade das câmeras inteligentes permite ler com precisão as placas mesmo a uma grande distância. Assim, pode tanto permitir acesso – quando integrada a um banco de dados – quanto servir de apoio na busca por carros roubados ou por fugitivos.

8. Contagem de pessoas

Para locais de grande circulação de pessoas, controle de lotação em eventos fechados e identificar aglomerações, a câmera inteligente é uma ótima solução. Ela faz a contagem de pessoas, informando quando há algo fora do esperado. Além disso, em modelos que possuem reconhecimento facial, servem para encontrar indivíduos.

9. Mapa de calor

O mapa de calor é um recurso inteligente encontrado em algumas câmeras de monitoramento que possibilita identificar e analisar os locais onde há maior fluxo de pessoas e traçar estratégias de marketing e vendas, em lojas e supermercados, por exemplo, ou simplesmente para monitorar a segurança no local.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/camera-inteligente-9-formas-de-potencializar-o-videomonitoramento/

terça-feira, 14 de julho de 2020

Porteiro eletrônico ou videoporteiro: escolha o ideal para a sua rotina


Você já deve ter ouvido falar em porteiro eletrônico e videoporteiro. Apesar de bastante conhecidos, estes produtos vêm evoluindo e apresentando novas funcionalidades para ampliar a segurança residencial e corporativa. Por isso, nem sempre é fácil diferenciar bem um equipamento de outro e escolher o ideal para sua rotina.

Neste artigo, vamos falar mais sobre cada um, além das vantagens que oferecem. Veja mais e compare os usos ao longo do texto.

Entenda as diferenças entre porteiro eletrônico e videoporteiro

Porteiro eletrônico

O porteiro eletrônico exerce funções de atender chamadas de portas e portões externos sem sair de dentro de casa e liberar a entrada dos visitantes com grande praticidade. É muito fácil encontrá-los, e você com certeza já deve tê-los visto principalmente em residências ou pequenas empresas.

Os equipamentos com fio são os mais encontrados no mercado. Mas há também um modelo especial sem fio – uma exclusividade da Intelbras – cuja instalação é extremamente facilitada por não precisar de quebra-quebra. Ele é composto por um aparelho de telefone sem fio, que fica no ambiente interno e pode ser usado para ligações convencionais, aliado a um ramal externo, instalado próximos às entradas. Assim, o visitante chama pelo botão do ramal e quem estiver do lado de dentro, atende como se fosse uma chamada telefônica (claro, sem cobrança de tarifas). A facilidade é carregar o telefone sem fio para qualquer ambiente, atendendo aos visitantes rapidamente e abrindo fechaduras através do telefone sem fio.

Em relação à instalação, apesar de ser necessário o auxílio de um profissional, não é preciso passar fios entre os ambientes, sendo possível registrar até sete dispositivos sem fio, entre ramais internos e externos. Dessa forma, é possível contar com ainda mais funções, como transferência de chamadas, comunicação interna, conferência a três e, instalando mais ramais externos, pode-se aumentar o número de entradas a serem monitoradas.

Entre outras vantagens, estão a emissão de avisos sonoros se o portão ficar aberto; e a função Siga-me. Neste caso, quando algum visitante tocar o porteiro externo, a chamada poderá ser encaminhada para um número pré-programado, como o seu celular, para você, de onde estiver, poder conversar e abrir o portão para o visitante.

Videoporteiro

O videoporteiro pode ser considerado uma versão atualizada do porteiro eletrônico, pois o equipamento tem funções mais avançadas. Entre elas, a possibilidade de visualizar o visitante e integrar o videoporteiro com mais módulos internos e externos para ampliar a segurança. O dispositivo também conta com visual moderno e elegante, que compõe facilmente ambientes de forma funcional e clean.

Ao aliar áudio e vídeo, é possível analisar melhor o ambiente externo, mesmo em situações noturnas ou com pouca luz. Também pode-se monitorar diferentes ambientes em um mesmo display interno ao instalar mais módulos externos ou integrando câmeras extras. Por exemplo, em uma empresa, ter um módulo no acesso dos funcionários e outro no estacionamento dos visitantes. Ou em casa, ter um na porta e outro na entrada da garagem. Outra possibilidade é conectá-lo a uma TV (que seja adaptável) e visualizar as imagens em um canal específico, ganhando ainda mais comodidade.

E assim como o porteiro eletrônico sem fio, com a função Siga-me, o videoporteiro permite abrir portas e portões remotamente, como de seu escritório ou de sua casa quando estiver em viagem.

Videoporteiro Wi-Fi

Também há opções de videoporteiro com conexão Wi-Fi. Esses modelos têm a vantagem extra de possibilitar o acompanhamento à distância, de qualquer lugar do mundo, por meio de um aplicativo no smartphone. A conectividade permite visualizar, atender, conversar com o visitante e até liberar o acesso remotamente.

Além disso, os vídeoporteiros Wi-Fi contam com recursos para potencializar a segurança da residência. Eles tiram fotos e gravam vídeos automaticamente ou por comando. Assim, você pode conferir a entrada de casa e ter registros do que está acontecendo a qualquer hora – inclusive durante a noite, pois alguns têm câmeras de visão noturna com infravermelho (no caso da Intelbras, todos possuem esta característica). Equipados com sensores de presença, eles também dão avisos pelo aplicativo e gravam automaticamente quando detectam movimentação em frente à porta.

Outras opções disponíveis no mercado também têm alta qualidade de imagem, com ângulos de abertura diagonal da câmera de 120° para visualizar uma área maior. Elas também podem ser integradas com até três câmeras HD ou Full HD, e são compatíveis com até seis módulos internos, possibilitando a conectividade em diversos pontos da casa ou empresa.

 

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Fonte: http://blog.intelbras.com.br/porteiro-eletronico-ou-videoporteiro-escolha-o-ideal-para-a-sua-rotina/

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Por que investir em um videoporteiro?




A área de segurança eletrônica está em constante renovação. Muitos métodos e funções oferecidas por alguns aparelhos há muito tempo funcionam tão bem que têm sua eficácia comprovada. Em casos assim, é comum que surjam novidades para aperfeiçoar o que já era bom ou atendia bem às necessidades dos brasileiros.

Um exemplo dessa evolução é o videoporteiro. Esse equipamento é uma evolução de outros já conhecidos: o interfone, o porteiro eletrônico e o olho mágico – este último menos tecnológico. O que ele faz? Simples: permite ver, ouvir e falar com quem está na porta ou no portão da sua casa ou empresa, além de abrir a fechadura sem ter que ir até lá.

Essa inovação é extremamente útil hoje em dia. Os motivos são vários e nós vamos detalhá-los para você e ajudá-lo a entender porque é altamente recomendável que o seu imóvel tenha um equipamento deste instalado.

Já tenho um interfone. Devo investir em um videoporteiro?

Sim. Um interfone (ou porteiro eletrônico) serve para atender chamadas originadas por quem está na porta ou no portão da sua casa sem precisar sair de dentro do imóvel. É uma “mão-na-roda” importante, mas é possível ter ainda mais comodidade e segurança.

Infelizmente a quantidade de pessoas mal intencionadas nas cidades brasileiras tem crescido. Para tentar invadir uma casa, escritório ou empresa, muitos buscam brechas no sistema de segurança e controle de acesso que lhes permitam praticar crimes sem serem percebidos. Uma das técnicas mais comuns é se fazer passar por outra pessoa.

Quando a única forma de contato com a área externa é um canal de voz, você precisa acreditar no que a pessoa diz. Se ela informa ser um amigo ou prestador de serviço e o portão ou a porta são abertos, a situação pode sair do controle. Nestes casos, a conferência de informações pode ajudar (pedindo documentos ou fazendo perguntas-chave), mas não é o método mais seguro.

Com um videoporteiro esse risco já é eliminado no primeiro contato. Esse equipamento possui uma câmera de vídeo na parte que fica fora da residência e ela envia imagens para um módulo interno, que tem uma tela colorida, a partir do momento em que o botão da campainha é apertado. Também há modelos que permitem visualizar o ambiente externo 24 horas por dia na tela interna e outros com conexão Wi-Fi para acompanhar remotamente, por um aplicativo de smartphone.

Após atender a chamada, você consegue ouvir e ver tudo o que acontece do lado de fora e observar qualquer movimentação suspeita. Como a câmera fica posicionada na altura do rosto de quem chama, é possível checar se a fisionomia corresponde à identidade alegada por voz e até descobrir se a pessoa está sozinha ou acompanhada. Se estiver tudo certo, basta acionar o comando para a abertura do portão ou da porta e o acesso é concedido.

Preciso fazer muitas adaptações na infraestrutura?

Não. Os videoporteiros atuais são modernos e permitem o tráfego de voz e imagem pelos já conhecidos 4 fios. Geralmente são usados cabos de rede nesta instalação, mas depende da distância entre os módulos internos e externos. Isso permite que você utilize a mesma estrutura do conduíte existente – mantendo, em muitos casos, a mesma furação usada pelo equipamento anterior.

Caso você ainda não possua um equipamento deste tipo, a situação é igualmente tranquila. Como a instalação é bastante simples e já faz parte da rotina dos melhores instaladores do mercado, a mão-de-obra cabe no orçamento pois envolve pouco tempo de trabalho. Basta passar os fios para alimentação e tráfegos de voz e vídeo, e está pronto.

Os videoporteiros Wi-Fi são ainda mais práticos de instalar, pois são plug & play. Em alguns modelos, basta conectar a uma tomada ou colocar a bateria. A instalação é super rápida e prática.

Se estiver chovendo ou for noite, a câmera funciona?

Claro! Os melhores modelos de videoporteiros disponíveis no mercado têm resistência às intempéries e à luz solar, além de contarem com recursos de imagem avançados.

A câmera embutida no módulo externo, por exemplo, tem visão noturna e permite ver quem chama mesmo quando está escuro. Além disso, LEDs especiais posicionados em volta da lente emitem luz infravermelha, que aumenta a claridade percebida pelo equipamento sem chamar a atenção do olho humano.

O botão de acionamento da campainha, que fará o videoporteiro tocar dentro da casa ou da sua pequena empresa, também é iluminado para facilitar a localização dele no escuro.

Posso integrar o videoporteiro a outros equipamentos de segurança que já tenho?

Sim! Os videoporteiros mais avançados têm até quatro canais de entrada de vídeo e duas saídas para fechaduras. Isso permite abrir dois portões (um da garagem e outro de pedestres, por exemplo) a partir de teclas específicas no módulo interno do aparelho.

Quanto à recepção das imagens, um dos canais é dedicado à câmera principal (a que fica no módulo externo do equipamento). Os outros três podem receber o vídeo enviado por câmeras de segurança já existentes na casa. Há modelos em que o módulo interno tem uma tela de sete polegadas e é possível usá-lo para monitoramento do ambiente – como uma extensão do seu dispositivo gravador de imagens (DVR ou NVR). Além disso, você encontra modelos compatíveis com até 6 módulos internos.

Também é possível conectar o videoporteiro a um aparelho de TV para ver quem está chamando numa tela grande.

E se eu não estiver em casa?

Os videoporteiros Wi-Fi são os mais indicados para quem está sempre fora de casa ou viaja bastante. Com eles, é possível acompanhar tudo à distância, por um aplicativo no smartphone. De qualquer lugar do mundo, você pode visualizar, atender, conversar e abrir a fechadura remotamente.

Os modelos mais modernos também tiram fotos e gravam vídeos automaticamente ou por comando. Desta forma, se não estiver em casa, você pode conferir o portão ou porta de casa e fazer registro do que está acontecendo a qualquer momento. Equipados com sensores de presença, eles também dão avisos pelo aplicativo e gravam automaticamente quando detectam movimentação em frente à porta. É um reforço na segurança.

Outros sistemas de videoporteiro mais eficientes possuem a função Siga-me, por meio da qual você pode configurar o aparelho para, após uma quantidade determinada de toques, encaminhar a chamada para um telefone celular ou fixo fora do ambiente. Essa função é extremamente útil para coibir a ação de oportunistas que podem tocar a campainha e, ao verem que ninguém atendeu, presumir que não há ninguém em casa.

Em todos os modelos, você pode abrir a porta ou o portão remotamente, o que é útil em diversas situações. Veja dois exemplos:

  • você viaja mas pede que um vizinho cuide do seu animal de estimação. Não é preciso dar uma cópia da chave para ele: basta que ele acione a campainha do videoporteiro devidamente configurado com o Siga-me para que você dê acesso a ele de onde estiver;
  • você precisa abrir a porta do seu escritório enquanto está fora. Basta usar essa função e pronto!

Versatilidade funcional e visual

O módulo interno do videoporteiro pode ser instalado na área que você achar mais conveniente dentro da casa ou da empresa. Pode ser na cozinha, na sala, numa área de home office, enfim. Essa versatilidade existe por conta de duas características preponderantes:

  • design diferenciado: há modelos com a cor predominante branca ou preta, que ajuda a harmonizar com a decoração do ambiente;
  • produto compacto: ambos os módulos têm dimensões reduzidas. Como são finos, podem ser facilmente pendurados na parede ou fixados em um móvel, o que garante discrição na instalação.

Solicitar Orçamento – (11) 2878-4646 | (11) 97044-7711

Fonte: http://blog.intelbras.com.br/por-que-investir-em-um-videoporteiro/